Caminhar

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Médicos da Universidade Federal de Santa Catarina fizeram a pergunta a 100 pessoas que andavam no calçadão do Balneário Camboriú, no litoral catarinente — 85% delas repetiam a rotina três vezes por semana.
A resposta de 35% dos praticantes foi a mesma: caminhar dá disposição para o dia a dia. “O contato com outras pessoas e com a natureza proporciona grande benefício psicológico”, concorda o psiquiatra Davi Urias Vidigal, autor do trabalho.
No ranking de vantagens das andanças constam ainda perda de peso (33%), redução de dores articulares (15%), fortalecimento muscular (10%) e alívio do estresse (7%).



Caminhar durante a TPM ajuda a diminuir o inchaço - foto reprodução

Caminhar durante a TPM ajuda a diminuir o inchaço - foto reprodução


O pique cai na semana que antecede a menstruação devido ao excesso das catecolaminas e do cortisol, ligados ao desgaste físico, na corrente sanguínea.
Alguns especialistas afirmam que o nível de cortisol reduz com a prática d eexercícios aeróbicos de baixa a moderada intensidade. Logo, desacelere o treino nos dias vermelhos, mas não fique em casa descansando.
A recomendação é caminhar ou trotar, uma vez que movimentar as pernas auxilia a diminuir a retenção de líquidos, o que evita o inchaço.
fonte: Revista Women’s Health
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Pesquisa italiana publicada na revista Neurology revelou que atividades físicas moderadas, como caminhada, podem ajudar a prevenir perda de memória e pensamento confuso na terceira idade.
Os cientistas observaram 749 pessoas com 65 anos ou mais e constataram que os participantes mais ativos eram menos propensos a desenvolver demência vascular, relacionada a problemas com os vasos sanguíneos no cérebro.


 

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Não é novidade: caminhar diariamente é um ótimo exercício para deixar o corpo em forma, retardando sinais de envelhecimento. Mas, um estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, mostra que esse efeito anti-envelhecimento do exercício pode ser possível também em relação ao cérebro, aumentando seus circuitos e reduzindo os riscos de problemas de memória e de atenção.
“Os padrões de conectividade diminuem quando ficamos mais velhos”, escreveu o pesquisador Arthur F. Kramer. “As redes não são tão bem conectadas para apoiar as coisas que fazemos, como dirigir. Mas descobrimos que, em função do condicionamento aeróbico, as redes se tornam mais coerentes”, acrescentou. Na pesquisa, os especialistas acompanharam, por um ano, 70 adultos, com idades entre 60 e 80 anos, e perceberam que aqueles que faziam caminhadas regularmente tiveram muitos benefícios, comparados aos sedentários, não apenas fisicamente, mas nas medidas da função cerebral. “O grupo aeróbico apresentou melhorias na memória, atenção e em diversos outros processos cognitivos”, explicou o pesquisador. “À medida que os idosos no grupo da caminhada ficavam mais em forma, a coerência entre as diferentes regiões na rede aumentava de forma similar àqueles de 20 anos de idade”, completou.

Entretanto, segundo os autores, os resultados não acontecem do dia para a noite. Os efeitos no cérebro só começaram a ser observados no grupo de idosos que faziam caminhadas após 12 meses de prática. Por isso, os especialistas recomendam que, por ser uma atividade aparentemente simples, a caminhada seja adotada como hábito de saúde, principalmente pelos idosos. id='fb-root'/>

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